Esculturas de madeira – Bruno Walpoth

Não entendo de técnicas em arte. Se alguma obra me chamar a atenção, então eu gosto e pronto, sem me preocupar se as técnicas foram usadas adequadamente e com opiniões de críticos. Adorei o trabalho do escultor italiano Bruno Walpoth, nunca vi nada igual, apenas esculturas em cera, porém nada pessoalmente (morro de vontade de conhecer, inclusive). Ele transforma pedaços de madeira em esculturas humanas. A perfeição dos detalhes fizeram com que eu me encantasse não só com o trabalho em mandeira, mas também em chumbo e desenho. Para tirarem a prova do que estou falando, veja o site dele aqui.

Published in: on 29/05/2012 at 16:38  Comments (1)  

Vamos melhorar nosso país sim, mas não mexam com o Futebol.

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Às vezes penso de verdade que as pessoas estão se tornando cada vez mais ranzinzas. E o que é pior, antes de chegarem à fase idosa. Isso me faz acreditar também que juventude realmente não é a idade, e sim a cabeça, a mente.

A gestão do nosso Brasil está cada dia pior. O povinho que assume cargos e mais cargos na política estão deixando a desejar sem sombra de dúvidas. A educação, saúde, emprego estão precários de uma tal forma que muitas pessoas preferem morar em outro país. Ainda bem que a condição desses indivíduos permite.

Mas, apesar de todas essas dificuldades, não acho que devemos esmorecer e deixar de aproveitar momentos que nos alegram. Fico totalmente incomodada quando uma partezinha mal-humorada critica um momento de alegria de torcedores de futebol, isso porque o Brasil sempre foi referência nesse esporte. Preferências à parte, a minha opinião é que não vejo nada de errado um torcedor vibrar por seu time mesmo com a situação política ruim do país. Acho um tipo de reclamação dos que não têm o que fazer tremenda, ainda mais reclamar em internet, mais acomodados ainda, porque estão sentadinhos no conforto, mas levanter o “popô” da cadeira pra fazer algo na prática, nada, né.

Concordo que não devemos nos calar diante de tanta corrupção, “roubalheira”. Então, por que não nos unimos num ato de protesto – mas não virtual – e fazemos algo pra tentarmos, pelo menos, mudar a situação do nosso lar, do nosso país e garantir um futuro melhor para ele?

Apesar de eu achar que muitas das reclamações feitas em relação aos torcedores são direcionadas aos corintianos apenas, é impressionante como os anti se incomodam com a ausência de uma Libertadores em nosso currículo, e mesmo assim somos felizes, FIÉIS e LOUCOS pelo nosso time, na alegria e na tristeza.

Mas independente de preferência de times, sou totalmente a favor de que CORINTIANOS, SÃO PAULINOS, PALMERENSES, SANTISTAS, FLAMENGUISTAS, BOTAFOGUENSES, FLUMINENSES, ETC. ETC ETC. , devem continuar torcendo pelos seus times sim, gritar gol quando tiver que gritar. Pois nosso país não depende do futebol pra melhorar, e sim da nossa consciência na hora do voto.

 

 

Published in: on 24/05/2012 at 14:35  Deixe um comentário  

Ser criança às vezes é bom.

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De vez em quando acho importante deixarmos as obrigações de lado e nos entregarmos totalmente ao nosso lado infantil. Engraçado como desejamos ser adultos quando crianças e, quando adultos, sentimos saudades da infância por conta de algumas responsabilidades que nos pegam de surpresa para serem resolvidas de ontem para anteontem.

Sinto saudade de acordar só para tomar leite e assistir ao Pica-Pau, Tom e Jerry e O Fantástico Mundo de Bob (me identifico muito com esse último rsrs), por exemplo, são meus desenhos favoritos. E, claro, assistir também à minha série favorita e que não tenho vergonha nenhuma de assumir que amo: Chaves.

Aproveitei bastante cada fase da minha vida. Lembro-me da vontade que tinha de pular numa piscina de bolinhas aos cinco anos mais ou menos; e como sempre tive estatura grande, os responsáveis pelos brinquedos nunca acreditavam que eu tinha a idade exigida para entrar na tal piscina. Somente aos dezoito matei a vontade no Parque da Mônica. Confesso que adorei aquele lugar, pena que fechou. Cheguei em casa cansada de tanto brincar (risos, muitos risos).

Costumo dizer que tem hora que cansa ser adulta; dá uma preguiiiiça.

Depois que viramos adultos e acumulamos tarefas e responsabilidades, parece que abolimos de vez a eterna criança que há dentro de nós. Defendo a ideia de que devemos, uma vez ou outra, deixarmos nossas obrigações de lado – que seja um final de semana – para voltarmos a ser crianças. Nunca imaginei o quanto isso descarrega todo o estresse e as energias ruins. Eu, particularmente, consigo cumprir meus deveres com muito mais calma e maestria quando estou serena e em paz interiormente.

Published in: on 18/05/2012 at 15:20  Deixe um comentário